Denúncia da mulher termina com espingarda, carabina e munições apreendidas para proteger a vítima
Uma denúncia de violência doméstica apresentada em Pinhal Novo desencadeou uma intervenção da GNR que culminou na apreensão de várias armas e munições no concelho de Palmela. A ação ocorreu na sequência de uma queixa apresentada por uma mulher de 39 anos contra o marido, de 34 anos, num caso que volta a colocar em destaque um dos crimes mais denunciados em Portugal.![]() |
| Intervenção ocorreu após denúncia de violência doméstica |
A ocorrência teve origem no passado dia 12 de Junho, quando a vítima se deslocou ao Posto Territorial de Pinhal Novo para formalizar a denúncia contra o companheiro.
Perante os factos relatados, os militares da Guarda Nacional Republicana avançaram de imediato com diligências policiais, deslocando-se à residência do suspeito para proceder a uma busca domiciliária.
Armas retiradas como medida cautelar
Da operação resultou a apreensão de diversas armas e munições, numa ação preventiva destinada a salvaguardar a integridade física da vítima e a evitar potenciais situações de risco.
Segundo informou a GNR, foram apreendidos uma espingarda Fabarm calibre 12, uma carabina Mauser calibre 308 com mira telescópica de visão noturna, uma faca Albainox, 32 cartuchos calibre 12 e ainda oito munições calibre 308.
"A apreensão foi efetuada como medida cautelar no âmbito do processo de violência doméstica", referiu a GNR.
Todos os factos foram posteriormente comunicados ao Tribunal Judicial da Comarca de Setúbal, entidade responsável pelo acompanhamento do processo.
Da operação resultou a apreensão de diversas armas e munições, numa ação preventiva destinada a salvaguardar a integridade física da vítima e a evitar potenciais situações de risco.
Segundo informou a GNR, foram apreendidos uma espingarda Fabarm calibre 12, uma carabina Mauser calibre 308 com mira telescópica de visão noturna, uma faca Albainox, 32 cartuchos calibre 12 e ainda oito munições calibre 308.
"A apreensão foi efetuada como medida cautelar no âmbito do processo de violência doméstica", referiu a GNR.
Todos os factos foram posteriormente comunicados ao Tribunal Judicial da Comarca de Setúbal, entidade responsável pelo acompanhamento do processo.
Violência doméstica continua a preocupar autoridades
A GNR recorda que desenvolve regularmente campanhas de sensibilização e ações de prevenção destinadas a alertar para os sinais de violência doméstica e a incentivar a denúncia destes crimes.
A força de segurança apela ainda a todas as vítimas, familiares, amigos ou testemunhas para que comuniquem qualquer situação suspeita através dos canais disponíveis, nomeadamente pelo Portal Queixa Eletrónica, através do número europeu de emergência 112 ou junto do posto da GNR mais próximo da área de residência.
Os números mais recentes divulgados em 2026 demonstram a dimensão do problema em Portugal. Durante o primeiro trimestre deste ano, a violência doméstica provocou a morte de oito vítimas, entre as quais seis mulheres e duas crianças.
Os relatórios anuais consolidados divulgados no primeiro trimestre de 2026, referentes ao ano anterior, revelam igualmente que a violência doméstica continua a ser o crime mais denunciado no país, tendo originado 29 mil 778 participações registadas pela GNR e pela PSP.
A GNR recorda que desenvolve regularmente campanhas de sensibilização e ações de prevenção destinadas a alertar para os sinais de violência doméstica e a incentivar a denúncia destes crimes.
A força de segurança apela ainda a todas as vítimas, familiares, amigos ou testemunhas para que comuniquem qualquer situação suspeita através dos canais disponíveis, nomeadamente pelo Portal Queixa Eletrónica, através do número europeu de emergência 112 ou junto do posto da GNR mais próximo da área de residência.
Os números mais recentes divulgados em 2026 demonstram a dimensão do problema em Portugal. Durante o primeiro trimestre deste ano, a violência doméstica provocou a morte de oito vítimas, entre as quais seis mulheres e duas crianças.
Os relatórios anuais consolidados divulgados no primeiro trimestre de 2026, referentes ao ano anterior, revelam igualmente que a violência doméstica continua a ser o crime mais denunciado no país, tendo originado 29 mil 778 participações registadas pela GNR e pela PSP.


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