GNR detém homem após agressões a jovem de 15 anos em plena via pública
Um homem de 36 anos foi detido pela GNR em Alcochete por suspeitas de violência doméstica contra a enteada, uma menor de 15 anos. O caso aconteceu após uma alegada agressão junto a uma paragem de autocarro, numa situação presenciada por várias pessoas e que acabou por mobilizar militares do Posto Territorial de Alcochete.![]() |
| GNR deteve suspeito de violência doméstica em Alcochete |
Segundo informou o Comando Territorial de Setúbal da Guarda Nacional Republicana, a detenção ocorreu no dia 11 de Maio, na sequência de uma denúncia relacionada com violência doméstica.
De acordo com a GNR, "os militares deslocaram-se de imediato ao local" após o alerta. Durante as diligências, as autoridades apuraram que o suspeito terá discutido com a enteada dentro da residência, levando a jovem a abandonar o local em direção a uma paragem de autocarro para seguir para a escola.
Agressões ocorreram na rua e em casa
A investigação permitiu ainda concluir que o homem terá seguido a menor até à paragem de autocarro, onde alegadamente a agrediu perante várias pessoas que se encontravam no local.
Algumas testemunhas terão tentado intervir enquanto aguardavam a chegada das autoridades, numa situação que causou preocupação entre os moradores de Alcochete.
Segundo a Guarda Nacional Republicana, "o suspeito levou posteriormente a vítima de volta para a residência", onde terão ocorrido novas agressões.
A menor sofreu ferimentos considerados ligeiros.
A investigação permitiu ainda concluir que o homem terá seguido a menor até à paragem de autocarro, onde alegadamente a agrediu perante várias pessoas que se encontravam no local.
Algumas testemunhas terão tentado intervir enquanto aguardavam a chegada das autoridades, numa situação que causou preocupação entre os moradores de Alcochete.
Segundo a Guarda Nacional Republicana, "o suspeito levou posteriormente a vítima de volta para a residência", onde terão ocorrido novas agressões.
A menor sofreu ferimentos considerados ligeiros.
Suspeito foi presente a tribunal
Após a recolha de prova e das diligências policiais realizadas no local, os militares procederam à detenção do suspeito, que permaneceu nas instalações da GNR até ser presente ao Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa – SEIVD do Seixal, para aplicação das medidas de coação.
A GNR confirmou ainda que o caso continuará a ser acompanhado no âmbito da investigação judicial.
O episódio voltou a colocar em destaque a problemática da violência doméstica, sobretudo quando envolve menores. A ocorrência gerou apreensão numa zona habitualmente marcada pela tranquilidade e pela rotina diária de estudantes e famílias.
Após a recolha de prova e das diligências policiais realizadas no local, os militares procederam à detenção do suspeito, que permaneceu nas instalações da GNR até ser presente ao Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa – SEIVD do Seixal, para aplicação das medidas de coação.
A GNR confirmou ainda que o caso continuará a ser acompanhado no âmbito da investigação judicial.
O episódio voltou a colocar em destaque a problemática da violência doméstica, sobretudo quando envolve menores. A ocorrência gerou apreensão numa zona habitualmente marcada pela tranquilidade e pela rotina diária de estudantes e famílias.
Violência doméstica é crime público
As autoridades recordam que a violência doméstica é um crime público e que qualquer pessoa pode denunciar situações suspeitas às forças de segurança.
Em comunicado, a GNR reforça que "a denúncia destes crimes é fundamental para garantir a proteção das vítimas e prevenir novas situações de violência".
As autoridades mantêm a proteção da menor como prioridade enquanto decorrem os restantes trâmites do processo.
As autoridades recordam que a violência doméstica é um crime público e que qualquer pessoa pode denunciar situações suspeitas às forças de segurança.
Em comunicado, a GNR reforça que "a denúncia destes crimes é fundamental para garantir a proteção das vítimas e prevenir novas situações de violência".
As autoridades mantêm a proteção da menor como prioridade enquanto decorrem os restantes trâmites do processo.

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