Música, dança e tradição animam a zona rural de Pinhal Novo no novo festival no dia 30 de Maio
A cultura vai tomar conta da Lagoa da Palha este sábado, 30 de Maio, com a estreia do Festival Notas Soltas, um novo evento gratuito que promete transformar a zona rural da freguesia de Pinhal Novo num palco de música, dança, convívio e associativismo local. "Queremos que as pessoas voltem a encontrar-se, a conviver e a sentir que a cultura também pertence às zonas rurais", destacou Edgar Carvalho, da organização. Entre tradições populares, hip hop, sevilhanas, DJ e gastronomia regional, o festival pretende devolver à comunidade os espaços de encontro e reforçar o espírito humano através da cultura para todos.![]() |
| Edgar Carvalho explicou a dinâmica do Festival em entrevista à ADN |
A partir das três da tarde, o recinto da sede do Rancho Folclórico "Os Rurais" da Lagoa da Palha e Arredores, na Rua Ary dos Santos, recebe a primeira edição do Festival Notas Soltas, uma iniciativa organizada pela Associação de Moradores da Lagoa da Palha, uma estrutura criada há cerca de três anos e que agora aposta num grande evento cultural aberto à população.
Segundo Edgar Carvalho, da organização e presidente da Mesa da Assembleia Geral da associação, o festival nasceu da vontade de unir diferentes expressões artísticas e movimentos culturais da região. "A ideia foi juntar estilos diferentes de música, canto e dança que existem aqui à nossa volta e criar uma tarde e noite onde toda a gente pudesse participar e divertir-se", explicou.
O responsável sublinhou que o nome "Notas Soltas" representa precisamente essa diversidade cultural. "Vamos ter desde música portuguesa tradicional até dança escocesa, sevilhanas, hip hop e um DJ com músicas de várias décadas. Queremos variedade e queremos que o público faça parte da animação", afirmou em entrevista exclusiva à ADN-Agência de Notícias.
Cultura fora do centro de Pinhal Novo
Mais do que um festival, a iniciativa pretende descentralizar atividades culturais e levar novos eventos para fora do centro urbano de Pinhal Novo. Edgar Carvalho considera importante dinamizar localidades como a Lagoa da Palha e incentivar outras coletividades da zona rural a avançarem com projetos semelhantes.
"O objetivo é mostrar que também é possível criar iniciativas fora do centro da vila. Queremos puxar atividade cultural para esta zona e incentivar outras associações a fazer o mesmo", destacou.
O dirigente reconhece que esta primeira edição representa um desafio para a organização, sobretudo pela falta de experiência na realização de festivais deste género. Ainda assim, acredita que o envolvimento da população será determinante para o sucesso da iniciativa.
"É uma experiência nova para nós. Sabemos que podem existir algumas falhas, mas estamos a trabalhar com muita dedicação e vontade. Se as pessoas aparecerem e aderirem, teremos certamente uma segunda edição", garantiu.
Mais do que um festival, a iniciativa pretende descentralizar atividades culturais e levar novos eventos para fora do centro urbano de Pinhal Novo. Edgar Carvalho considera importante dinamizar localidades como a Lagoa da Palha e incentivar outras coletividades da zona rural a avançarem com projetos semelhantes.
"O objetivo é mostrar que também é possível criar iniciativas fora do centro da vila. Queremos puxar atividade cultural para esta zona e incentivar outras associações a fazer o mesmo", destacou.
O dirigente reconhece que esta primeira edição representa um desafio para a organização, sobretudo pela falta de experiência na realização de festivais deste género. Ainda assim, acredita que o envolvimento da população será determinante para o sucesso da iniciativa.
"É uma experiência nova para nós. Sabemos que podem existir algumas falhas, mas estamos a trabalhar com muita dedicação e vontade. Se as pessoas aparecerem e aderirem, teremos certamente uma segunda edição", garantiu.
Cartaz junta tradição, juventude e várias tendências musicais
A abertura oficial do festival estará a cargo do Rancho Folclórico "Os Rurais" da Lagoa da Palha e Arredores, entidade que cedeu o espaço para a realização do evento e que, segundo a organização, tem sido um parceiro fundamental desde o nascimento da associação.
Ao longo da tarde e da noite vão passar pelo palco grupos de danças tradicionais escocesas, o grupo de canto alentejano feminino As Maganas, elementos da Orquestra Nova de Guitarras, o grupo Cante Novo, além das sevilhanas do Aposento do Barrete Verde.
O programa inclui ainda demonstrações de jogo do pau pelo Grupo Desportivo de Valdera, atuações do jovem artista de hip hop Safari e do músico Bernardo Alves, descrito por Edgar Carvalho como "uma agradável surpresa" e "um talento em crescimento na música".
A animação prolonga-se até à uma da manhá com o DJ Dário, de Setúbal, escolhido para encerrar o festival com músicas de várias épocas e estilos.
"Queremos que as pessoas passem connosco a tarde toda e a noite inteira. Quem gosta de música e dança vai encontrar aqui uma mistura fantástica de tendências", referiu Edgar Carvalho.
A abertura oficial do festival estará a cargo do Rancho Folclórico "Os Rurais" da Lagoa da Palha e Arredores, entidade que cedeu o espaço para a realização do evento e que, segundo a organização, tem sido um parceiro fundamental desde o nascimento da associação.
Ao longo da tarde e da noite vão passar pelo palco grupos de danças tradicionais escocesas, o grupo de canto alentejano feminino As Maganas, elementos da Orquestra Nova de Guitarras, o grupo Cante Novo, além das sevilhanas do Aposento do Barrete Verde.
O programa inclui ainda demonstrações de jogo do pau pelo Grupo Desportivo de Valdera, atuações do jovem artista de hip hop Safari e do músico Bernardo Alves, descrito por Edgar Carvalho como "uma agradável surpresa" e "um talento em crescimento na música".
A animação prolonga-se até à uma da manhá com o DJ Dário, de Setúbal, escolhido para encerrar o festival com músicas de várias épocas e estilos.
"Queremos que as pessoas passem connosco a tarde toda e a noite inteira. Quem gosta de música e dança vai encontrar aqui uma mistura fantástica de tendências", referiu Edgar Carvalho.
Gastronomia regional e convívio comunitário
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| A gastronomia não faltará na Lagoa da Palha |
Além da componente artística, o Festival Notas Soltas aposta também na gastronomia regional, com bancas de sopa caramela, bifanas, pão com chouriço, bebidas e outros petiscos tradicionais disponíveis durante todo o evento.
Para Edgar Carvalho, o convívio é uma das grandes metas da iniciativa. O responsável lamenta o afastamento dos jovens do movimento associativo e acredita que eventos deste género podem ajudar a recuperar o espírito comunitário.
"Hoje existe muito individualismo. Antigamente as pessoas encontravam-se, conviviam e falavam umas com as outras. Queremos voltar a criar esses momentos de proximidade e fazer com que as pessoas participem mais na vida da comunidade", afirmou.
O dirigente considera mesmo que o "fator humano" deve estar acima da tecnologia e defende que o associativismo pode desempenhar um papel essencial na aproximação entre gerações.
"Mais importante do que um telemóvel é o fator humano. É importante que as pessoas se conheçam, conversem e se ajudem umas às outras. É isso que queremos promover com este festival", concluiu.
Associação quer garantir continuidade do festival
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| As Maganas são uma das atuações do festival no sábado |
"Se tivermos uma boa resposta da população, vamos fazer uma segunda edição e depois uma terceira. Queremos que o Festival Notas Soltas cresça e passe a fazer parte do calendário anual da região", revelou Edgar Carvalho.
A Associação de Moradores da Lagoa da Palha recorda ainda que o seu trabalho não se limita à realização de eventos culturais, mantendo também uma forte componente reivindicativa junto das entidades públicas para melhorar as condições da zona onde atua.




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