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terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Festas Populares de Pinhal Novo já mexem

Festas de Pinhal Novo precisam de mecenas





As Festas de Pinhal Novo precisam de patrocinadores. “Claramente que o país tem estado em crise de há quatro anos para cá, ou tem-se vindo a agravar esta crise. Não tem sido fácil conquistar os mecenas”, explicou Luís Fernandes, presidente da Associação de Festas.
Segundo o mesmo, são estas as vantagens de aderir à iniciativa: “É muito importante o apoio de todos os empresários que acreditem em nós, que possam estar representados nas festas das mais variadas formas. Com publicidade, com stand, dando uma maior perspectiva ao seu negócio, uma maior divulgação, uma maior visibilidade. Nunca pensem que os seus negócios estão valorizados ou que toda a gente os conhece”.
Daí a associação ter realizado o Encontro de Mecenas, no dia 25 de Novembro, com a finalidade de atrair investimento para o projecto de 2011. Um evento com pompa e circunstância, com casa cheia, ou antes, Mercado Municipal cheio, onde o mecenato já foi bem visível. Os vinhos e a grande maioria dos alimentos foram oferecidos.
Durante a apresentação, David Martim falou em representação do Mundo da Criança, instituição que participa há quatro anos no evento, e deixou um desafio: “Apoiarmos de alma e coração estas festas, para chegarmos às 20, 25, 50 edições de muito sucesso”.
Em relação às Manhãs Infantis, considerou-as igualmente um desafio muito aliciante, proporcionado pela comissão. “Facultou às crianças de quatro, cinco, seis anos, elas próprias se poderem infiltrar no conceito das festas”. As actividades, que envolveram mais de 200 crianças, irão continuar no próximo ano, entre 7 e 12 de Junho.
O mote será “15 Anos em Festa”, obviamente para comemorar o 15.º aniversário do evento. Ainda é cedo para falar em programação, mas Luís Fernandes adiantou dois objectivos. Ocupar o palco principal todas as noites e contratar os melhores artistas nacionais, tendo em conta o “dinheiro que se tem”. Dinheiro que se traduz num orçamento de 240 mil euros, o qual “nunca é fácil de viabilizar”. As maiores dificuldades são geralmente de índole económica. No entanto, referiu não haver desperdício e sublinhou a importância do apoio da Câmara Municipal, bem como dos outros 13 elementos que compõem a comissão.

Helena Correia 

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