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segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

Raríssimas, na Moita, em situação "muito grave"

Dirigente apela à ajuda de todos os portugueses para salvar a instituição

Sem especificar valores, nomeadamente da quebra dos apoios desde o escândalo que abalou a instituição, Sónia Margarida Laygue disse que encontrou a associação Raríssimas numa situação "muito delicada." Em Janeiro, a quebra dos donativos dos mecenas foi significativa, embora a presidente não especifique valores. Numa conferência de imprensa marcada para assinalar o primeiro mês da nova direção da Associação, a presidente da instituição da Moita revelou que já foram efetuados alguns cortes, como uma viatura que tinha "um custo não aceitável", e ainda ao nível de alguns aumentos salariais que não se vão verificar. As dívidas com os fornecedores estão a ser negociados e os salários a serem pagos, afirmou.
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Segundo Sónia Margarida Laygue, “a situação da Raríssimas é grave e muito maior do que qualquer pessoa, direção ou presidente. Quase só se fala de Paula Brito e Costa e Sónia Margarida Laygue, que não têm nenhuma importância, quando comparada com a nossa causa”.
A presidente da Raríssimas afirmou hoje que a situação da associação é "muito grave" e apelou para a ajuda de todos os portugueses, principalmente dos mecenas, para conseguir salvar a instituição.
“Precisamos da ajuda de todos para salvar a Raríssimas e as pessoas que contam verdadeiramente são as pessoas raras que enriquecem o nosso dia a dia e nos mostram os nossos próprios limites enquanto seres humanos e enquanto sociedade”, disse.
A suspensão de Paula Brito da Costa mantém-se, “enquanto se averigua a veracidade de alguns factos” e a nova direção tomou algumas decisões: “As contas bancárias já estão sob a nossa responsabilidade, as condições de pagamento a fornecedores já foram negociadas para nos dar tempo para agir e angariar dinheiro, já conseguimos regularizar algumas situações contratuais com alguns colaboradores e custos que consideramos não serem aceitáveis e sustentáveis para uma associação sem fins lucrativos estão a ser cortados”.
“Vamos atuar com total rastreabilidade, transparência e responsabilidade em relação aos nossos gastos”, garantiu Sónia Margarida Laygue.
Aos mecenas da Raríssimas será comunicado o destino dos donativos, acrescentou.
Confiante que a associação vai voltar a merecer a confiança dos mecenas, que “já ajudaram tanto”, Sónia Margarida Laygue reconheceu que “o apoio do Estado é essencial e vital para a sobrevivência” da Raríssimas, uma vez que ajuda e contratualiza o serviço.
“O Estado para nós e a ajuda que nos dão é essencial para a nossa continuidade”, adiantou.

Agência de Notícias com Lusa 

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