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sexta-feira, 1 de setembro de 2017

Setúbal instala novos contentores enterrados

Investimento de 400 mil euros na melhoria da recolha de lixo na cidade 

A Câmara  de Setúbal está a modernizar o sistema de deposição de resíduos sólidos urbanos com a instalação de mais de sete dezenas de contentores enterrados, incluindo ecopontos, numa operação de melhoria da qualidade de vida urbana. Os equipamentos, mais funcionais e com melhor capacidade de integração na malha urbana, são instalados em diversas zonas, num investimento, orçado em cerca de 400 mil euros, que "favorece a imagem da cidade e aumenta as condições de higiene e salubridade ao retirar da via pública contentores convencionais de superfície", explica a autarquia. 

Município continua a mudar os contentores do lixo na cidade   

Os novos sistemas, com maior volume de deposição, destinam-se, na grande maioria, a substituir a contentorização de resíduos indiferenciados de superfície em vários pontos urbanos, como são os casos das avenidas Luísa Todi, Mariano de Carvalho e Dr. António Rodrigues Manito.
A operação inclui, no entanto, também a substituição e o reforço dos equipamentos de recolha seletiva de resíduos sólidos urbanos, os denominados ecopontos, com recurso a modelos igualmente enterrados, em locais como a Avenida Mariano de Carvalho e as praças Machado dos Santos e Almirante Reis.
Este investimento camarário resulta no incremento da capacidade do sistema municipal de deposição de resíduos. "Só na Avenida Luísa Todi, a instalação de novos contentores traduz-se num aumento de 24 metros cúbicos da capacidade de deposição de indiferenciados e de nove quanto à recolha seletiva de papel/cartão", sublinha a Câmara de Setúbal.
Todos estes novos equipamentos, fabricados em polietileno de alta densidade, apresentam uma capacidade de armazenamento para resíduos sólidos urbanos de três metros cúbicos cada, ou seja, três mil litros, quando o volume unitário de um contentor convencional é de apenas 800 litros.
"Por se tratar de contentores instalados no subsolo, onde a temperatura é inferior à da superfície, a deterioração dos lixos e consequente emissão de cheiros é retardada, o que se traduz em benefícios para o usufruto público e numa maior eficiência de recolha para os serviços municipais", conclui o comunicado da autarquia.

Agência de Notícias com Câmara de Setúbal 


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