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segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Inicio do ano letivo preocupa Câmara de Santiago do Cacém

Autarquia quer reunir com Governo por falta de pessoal nas escolas

A Câmara de Santiago do Cacém solicitou uma reunião urgente ao Governo por, alegadamente, não estarem “reunidas as condições para o início das aulas em sete escolas”, devido à falta de assistentes operacionais, indicou a autarquia. Em comunicado, o presidente do município, Álvaro Beijinha, lembrou “o sucedido no passado recente, em que escolas de um e dois lugares do concelho não puderam iniciar as aulas na data prevista por situação idêntica”.
Falta de pessoal não docente preocupa autarcas e país 

Em comunicado citado hoje pela agência Lusa, aquele município do distrito de Setúbal revelou que enviou um ofício à secretária de Estado Adjunta e da Educação, Alexandra Leitão, a solicitar “uma reunião com caráter de urgência para encontrar soluções para a falta de pessoal auxiliar”.
A câmara referiu ter tomado conhecimento, através do diretor do Agrupamento de Escolas de Santiago do Cacém, de que, “até esta data, não estão reunidas as condições para o início das aulas em sete escolas do 1.º ciclo, devido à inexistência de contratação, por parte do Ministério da Educação, de assistentes operacionais” para estes estabelecimentos.
No ofício, o presidente do município, Álvaro Beijinha, lembrou “o sucedido no passado recente, em que escolas de um e dois lugares do concelho não puderam iniciar as aulas na data prevista por situação idêntica”.
Por isso, o autarca solicita na missiva uma “reunião com caráter de urgência, com vista a encontrar o melhor caminho que assegure a abertura do ano letivo, nas datas previstas”.
As escolas do 1.º ciclo que, alegadamente, não contam com pessoal auxiliar suficiente para o arranque do ano letivo, de acordo com a autarquia, são as de Abela, Arealão, Santa Cruz, Aldeia dos Chãos, Relvas Verdes, São Bartolomeu da Serra e Cruz de João Mendes.
“Há dois anos, a situação foi idêntica, ficando solucionada após a insistente pressão da câmara municipal, juntas de freguesia, pais e encarregados de educação junto da Secretaria de Estado e da Direção Regional da Educação”, afirmou o município.
Segundo Álvaro Beijinha, trata-se de uma situação que “preocupa” a câmara e, “de forma ainda mais acentuada, os pais”.
“Temos dificuldade em compreender porque é que esta situação se volta a repetir e não é acautelada, atempadamente, a dotação das escolas com recursos humanos e materiais para o regular início do ano letivo por parte do Ministério da Educação”, frisou o autarca.
Contactados pela Lusa, os serviços no Alentejo da Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares remeteram eventuais esclarecimentos sobre esta matéria para o Ministério da Educação.

Agência de Notícias com Lusa

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