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quarta-feira, 10 de maio de 2017

Mulher do Montijo suspeita de burla de 215 mil euros

Gerente de agência de viagens acusada de burla qualificada

Uma mulher suspeita de lesar uma centena de pessoas em 215 mil  euros deverá responder judicialmente pelo crime de burla qualificada, na sequência de uma investigação já concluída e enviada para o Ministério Público, anunciou esta terça-feira a Polícia Judiciária de Setúbal. Os crimes terão ocorrido em 2016. A suspeita ter-se-á apropriado "inteiramente dos valores entregues por alguns dos clientes, enquanto outros se viram confrontados, chegados aos locais de destino, com faltas de reservas de alojamento e voos de regresso não liquidados, vendo-se obrigados a suportar os inerentes custos". Das 100 pessoas burladas, apenas 18 foram ressarcidas.
PJ concluiu investigação e enviou processo para o Ministério Púbico 

Durante a investigação, a PJ apurou que, durante o ano passado, a mulher, gerente de uma agência de viagens na zona do Montijo, distrito de Setúbal - entretanto já declarada insolvente -, terá aliciado uma centena de clientes para comprarem pacotes de férias, apropriando-se dos valores recebidos sem providenciar o pagamento dos serviços contratados.
"A autora apropriou-se inteiramente dos valores entregues por alguns desses clientes, enquanto outros se viram confrontados, chegados aos locais de destino, com a falta de reserva de alojamento e com voos de regresso não liquidados, sendo obrigados a suportar os inerentes custos", refere o comunicado divulgado.
A PJ de Setúbal salienta que apenas 18 dos clientes lesados foram ressarcidos, através do fundo de garantia do Turismo de Portugal.
O comunicado da PJ refere ainda que a mulher suspeita já tinha sido detida e sujeita a primeiro interrogatório judicial no passado dia 24 de Fevereiro.

Vendia viagens que nunca aconteceram 
A mulher terá,  alegadamente, burlado centenas de pessoas em 215 mil euros, a partir de uma agência de viagens no Montijo.
A proprietária da agência de viagens Pacote Glamour Viagens e Turismo, Paula Oliveira, "apropriou-se inteiramente dos valores entregues por alguns dos clientes, enquanto outros se viram confrontados, chegados aos locais de destino, com faltas de reservas de alojamento e voos de regresso não liquidados, vendo-se obrigados a suportar os inerentes custos", disse a PJ.
Os lesados, em Agosto passado, reuniram-se nas imediações da loja situada perto do Fórum Montijo a reclamar a devolução do seu dinheiro, mas nada conseguiram. A agência de viagens encerrou e Paula Oliveira desapareceu. A mulher foi detida, em Viseu, em Fevereiro.

Agência de Notícias com Lusa 

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