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segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Prisão preventiva para sequestrador de Grândola

Homem apanhado a estrangular ex-companheira fica em prisão preventiva

O suspeito de tentativa de homicídio da ex-companheira em Azinheira de Barros, no concelho de Grândola, vai aguardar julgamento no estabelecimento prisional de Setúbal, disse à Lusa a advogada oficiosa do arguido. O homem, que foi detido na quinta-feira pela Polícia Judiciária de Setúbal, está acusado dos crimes detentativa de homicídio qualificado, sequestro agravado e violência doméstica, afirmou Fernanda Augusto. A advogada acrescentou que o arguido foi presente hoje ao juiz de instrução criminal, no tribunal de Setúbal, mas não prestou declarações.
Homem terá espancado, violado e sequestrado a ex-companheira 

Na sexta-feira, o diretor da Polícia Judiciária de Setúbal disse à Lusa que o suspeito de rapto de uma mulher em Grândola tentou asfixiar a ex-companheira quando se apercebeu de que a polícia lhe estava a entrar em casa.
A mulher que estava desaparecida desde o início desta semana na zona de Grândola, distrito de Setúbal, foi encontrada na sexta-feira com vida, na companhia do ex-companheiro, “mas maltratada”, segundo fonte da PJ.
A Polícia Judiciária de Setúbal entrou, na sexta-feira, na casa de Paulo Roque, em Azinheira dos Barros, na madrugada de sexta-feira, quando Anabela Lopes já estava desfalecida. Tinha uma abraçadeira a cortar-lhe o pescoço. Era esmurrada com violência. Já tinha sido atacada com um objeto contundente, violada várias vezes e andado sequestrada pelo Algarve e Espanha.
Vítor Paiva disse que a PJ acreditava que, “mais tarde ou mais cedo, o suspeito regressaria a casa ou já estaria lá”, salientando que pessoas e casas estavam a ser vigiadas há vários dias. 
O suspeito de tentativa de homicídio da ex-companheira em Azinheira de Barros, no concelho de Grândola, vai aguardar julgamento no estabelecimento prisional de Setúbal, disse à Lusa a advogada oficiosa do arguido. A advogada acrescentou que o arguido foi presente hoje ao juiz de instrução criminal, no tribunal de Setúbal, mas não prestou declarações.
O desaparecimento da mulher residente na zona de Grândola estava a ser investigado pela Polícia Judiciária.
A investigação do caso estava a ser efetuada pela PJ de Setúbal, depois do desaparecimento da mulher ter sido participado no Destacamento Territorial de Grândola da GNR.

Agência de Notícias com Lusa 

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