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quinta-feira, 12 de maio de 2016

Freeport de Alcochete dá emprego a 150 trabalhadores

Freeport vai ser "reformulado" com investimento de 20 milhões de euros 

O Freeport de Alcochete vai investir 20 milhões em remodelações. O anúncio foi feito esta quarta-feira,  pelo diretor geral do outlet. A aposta permitirá a criação de, pelo menos, 150 postos de trabalho e aumentará para 130 o número de lojas disponíveis no "shopping". O reforço da moda de luxo e a criação de uma nova praça dedicada à gastronomia são dois dos destaques do projecto. O Freeport Alcochete estima que o volume de negócios irá crescer 20 por cento com o reforço dos espaços comerciais. As obras deverão estar concluídas no primeiro semestre de 2017, com a garantia de que o "centro não verá a sua actividade normal afectada durante a duração" das mesmas. O centro comercial Freeport Alcochete foi vendido em 2014 aos britânicos da Hammerson. 
 Freeport  quer  trazer mais clientes e aumentar número de lojas


As obras de remodelação do Freeport de Alcochete, no valor de 20 milhões de euros, vão permitir ao 'outlet' aumentar o número de lojas para 130 e empregar mais de 150 pessoas, disse ontem o diretor-geral, Nuno Oliveira. "O projeto de reformulação integral do Freeport Fashion Outlet de Alcochete  levará ao aumento do número de lojas no centro em mais 35, para 130, e será responsável pela criação de emprego superior a 150 postos de trabalho", explicou o gestor durante a sua apresentação, em Lisboa.
O Freeport de Alcochete, onde é possível encontrar grandes marcas internacionais de moda, incluindo o segmento de luxo, com descontos durante todo o ano, foi comprado no final de 2014 pelo grupo VIA Outlets, composto pela UK REIT Hammerson, a APG, gestora de ativos de fundos de pensões holandeses, a Meyer Bergman, gestora de ativos de retalho, e a Value Retail, especialista em centros 'outlet'.
"A intervenção no centro iniciar-se-á no final de Maio e será feita por fases, estando prevista a conclusão das obras na primavera de 2017, o que vai permitir reforçar a oferta de moda e luxo presente no 'outlet' e criar uma nova praça dedicada à gastronomia", referiu o diretor geral do maior centro comercial a céu aberto da Europa.
As obras não irão afetar a atividade normal do centro e vão permitir ajustar a Área Bruta Locável dedicada à comercialização para 37 mil 786 metros quadrados.
Segundo Nuno Oliveira, "o motor arquitetónico do novo projeto tem subjacente a ideia de trazer Lisboa para o Freeport".
"Queremos que o resultado desta intervenção resulte num centro mais elegante do ponto de vista arquitetónico, mais sóbrio e acolhedor, com uma oferta ainda melhor e mais completa", disse, adiantando que as pessoas vão encontrar no Freeport "alguns elementos que associam à cidade de Lisboa e que serão transportados para o centro".
"As fachadas onde estão as lojas, a utilização de azulejos, o mobiliário urbano do Freeport e todos os espaços públicos vão proporcionar [também] um ambiente de turismo muito semelhante a Lisboa", salientou o gestor.
O diretor-geral referiu ainda que a duração média da visita de um convidado é de 90 minutos, enquanto noutros 'outlet' da Europa é de três a quatro horas, pelo que "queremos aumentá-la", disse.
"Com o objetivo de aumentar a duração média de cada visita, a intervenção nas áreas públicas foi pensada na ótica do usufruto do espaço, e o reforço da oferta comercial foi estrategicamente pensado para posicionar o Freeport como a referência de 'shopping' das melhores e mais reconhecidas marcas nacionais e internacionais", sublinhou Nuno Oliveira.
A instalação das novas lojas vai permitir um crescimento do volume de negócios do Freeport superior a 20 por cento, sendo que o perfil das novas marcas internacionais se situa no segmento 'fashion', o qual "é extremamente valorizado" pelos clientes portugueses e estrangeiros.
"A criação de uma nova praça dedicada à gastronomia, complementará a experiência de 'shopping' que queremos proporcionar aos clientes", disse Nuno Oliveira, adiantando que se estima com este o investimento que haja "um incremento de cerca de 20 por cento dos resultados anuais".
O Freeport de Alcochete  alcançou vendas recorde em 2015, que cresceram 6,2 por cento face ao ano anterior, e o total de visitantes aumentou 3,8 por cento, repartindo-se entre visitantes nacionais e internacionais.

Agência de Notícias

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