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quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Sines no arranque do novo combate à violência doméstica

Litoral Alentejano pioneiro da nova estratégia de combate à violência doméstica

A nova estratégia de intervenção visando o combate à violência doméstica e de género delineada pelo actual Governo vai avançar no território do Litoral Alentejano. O executivo do PS pretende implementar um novo modelo de funcionamento das equipas que trabalham no terreno nesta área, numa parceria a estabelecer entre a administração central, as autarquias e as ONGs, tendo a secretária de Estado para a Cidadania e Igualdade, Catarina Marcelino, que reuniu esta samana, em Sines, com representantes dos municípios de Alcácer do Sal, Aljezur, Grândola, Odemira, Santiago do Cacém e Sines e das ONGs Taipa e Intervir.com.
Governo apresentou em Sines novo modelo de combate à violência

Esta foi a primeira reunião descentralizada da Secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade na sequência do anúncio das medidas do governo para combater a violência doméstica e de género.
O encontro teve como objetivo a apresentação da Estratégia de Intervenção na área da Violência Doméstica e de Género, que procura um novo modelo de funcionamento das equipas que trabalham no terreno, numa parceria que se estabelece entre a administração central, as autarquias e as ONG’s.
Ainda no decorrer desta reunião, a secretária de Estado apresentou uma proposta de intervenção a ser protocolada entre os presentes, na qual se pretende “somar áreas tão importantes como a Saúde, Educação, Administração Interna e a Justiça”. O objetivo do Governo “é estimular os territórios a desenvolverem, em rede, equipas de combate à violência, sempre numa perspetiva integrada e inter-municipal”.
Para tal, foi acordado um modelo territorial de intervenção para Odemira e Aljezur, assegurado pela Taipa, e um outro para Alcácer do Sal, Grândola, Santiago do Cacém e Sines, assegurado pela Intervir.com.
O financiamento será assegurado com recurso a verbas dos jogos sociais, que garantem o funcionamento das equipas técnicas, e complementado pelo apoio logístico dos municípios para a criação dos espaços de atendimento, telecomunicações, deslocações, entre outros. O protocolo terá a duração de dois anos, com uma avaliação intermédia no final do primeiro ano.
“O balanço desta reunião é muito positivo, tendo os municípios demonstrado disponibilidade e entusiasmo para serem parceiros ativos desta estratégia de intervenção”, referiu a secretária de Estado para a Cidadania e a Igualdade.
“Estes serão os primeiros territórios desta nova geração de políticas públicas de combate à violência doméstica e de género, que se pretende alargar ao interior do país, onde a resposta continua a ser insuficiente e deficitária”, acrescenta Catarina Marcelino.

Agência de Notícias

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