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sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Autarquia defende manutenção da urgência no Montijo

Câmara defende manutenção do serviço de urgência na cidade 

A Câmara  do Montijo defendeu ontem  a manutenção da urgência básica no Hospital local, criticando o despacho divulgado na semana passada que visa redefinir os pontos da rede de urgência em todo o país. O presidente da autarquia, Nuno Canta, apresentou uma moção que foi aprovada por unanimidade, deixando criticas a um despacho do Ministro da Saúde, que estava de saída, de 20 de Novembro, que pretende redefinir os pontos da Rede de Urgência e Emergência.
Autarca socialista não quer fim do serviço de urgência no Montijo 

"É a segunda tentativa de encerramento do Serviço de Urgência Básica no Hospital do Montijo, na dependência da orientação da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo", afirmou Nuno Canta.
O autarca socialista refere que o despacho do último Governo [que abandonou funções esta semana] tem como objetivo "o encerramento arbitrário de serviços hospitalares no Montijo", obrigando os utentes a deslocarem-se para o "congestionado" serviço de urgência do hospital do Barreiro.
A moção exige a revogação do despacho e o cumprimento do protocolo celebrado em 24 de Fevereiro de 2007, entre a Câmara Municipal do Montijo e a Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo, que garantia o funcionamento da urgência básica no Montijo.
O documento afirma, igualmente, a necessidade de se efetuar uma verdadeira reforma hospitalar com racionalidade, participação e transparência, exigindo que as autarquias e as populações sejam ouvidas numa eventual reforma hospitalar e do Serviço Nacional de Saúde.
"O Serviço Nacional de Saúde é um fator de coesão social e um avanço civilizacional que não é compatível com medidas avulsas, pontuais e casuísticas, sem qualquer estratégia de sustentabilidade e que neguem qualquer perspetiva de reforma e de articulação entre os vários níveis de prestação de cuidados de saúde", concluiu.

Urgência nas "mãos" da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo
Quase quatro anos depois de uma comissão de especialistas ter proposto uma nova rede de urgências, o Ministério da Saúde publicou inesperadamente na última sexta-feira o mapa dos serviços que vão continuar a ter este estatuto em Portugal. São 78 serviços de urgência e emergência que funcionam em hospitais e centros de saúde de Norte a Sul do país, menos 11 do que os que constam da rede definida em 2008. O novo mapa entra em vigor dentro de seis meses. No despacho, o ministro da saúde, [dias antes da sua saída] deixa o funcionamento do serviço de urgência básica no Hospital de Montijo na vontade e dependência de "orientação" da Administração Regional de Saúde de Lisboa e Vale do Tejo.



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